Aldeia do concelho de Castanheira de Pêra, distrito de Leiria

02
Nov 14

 

 

A pessoa que se vê na primeira foto é a prima Ermelinda. Foi cedida pela prima Fátima Henriques, à qual estou sinceramente agradecido.

bi fonte1

 A foto que segue deve ser de 1960 e nela estou eu com o primo João Bernardo. Foi tirada pelo pai dele Júlio Bernardo

casa da avó

Nesta foto que mostra a casa onde viveu o trisavô Manuel da Eira e que pertence agora ao primo José Adrião, estão os meus filhos, talvez há 28 anos.

bi manel da eira

 Agora a fonte velha, antes e depois da restauração.

fonte velha

Por último, desta série, uma de 1962, quando ainda existiam latadas nas ruas, na Sarzedas e em muitos outras aldeias. Foi em dia de festa de S. Pedro como depreende.

fogaçaa

 

 

publicado por Sir do Vasco às 23:31

Apresentamos algumas fotos antigas em comparação com os mesmos locais atualmente.

As fotos antigas foram cedidas pelo Sr. Manuel Tomaz, tendo sido tiradas pelo seu irmão Sr. Salvador Tomaz. Por tal deixamos aqui o nosso sincero agradecimento.

As duas primeiras serão mais recentes, sendo a última, com um grupo de pessoas tirada em 1946. Nesta pode ver-se um rapazinho com nove anos à época, é o Sr. Manuel Tomaz. Foi Há 68 anos.

 

 

bi fonte

fondo da rua anos 60

bi serrado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Sir do Vasco às 22:55

AO LONGO DOS TEMPOS 

Desde os primeiros tempos da cristandade começou a ser hábito visitar os túmulos e rezar pelos cristão falecidos, especialmente os que foram martirizados. No séc. V a Igreja dedicava um dia por ano para rezar pelos mortos. Vários papas continuaram esse hábito, mas somente no séc. XIII esse dia passou a ser instituído, sendo a 2 de Novembro por se seguir ao dia de Todos-os-Santos.

O ajeitamento, limpeza e enfeite  de campas e túmulos é apenas uma exteriorização de saudade que segundo algumas teorias sensibiliza os espíritos. Para algumas pessoas não passa de um compromisso social e protocolar assistindo-se por vezes a situações de desespero, cobrança e até acusações. Em paralelo faz-se algum comércio porventura com certa exploração daqueles que acreditam mais no valor do pó que é o corpo, neste caso o defunto, do que no valor do espirito ao qual pertenceu o dito corpo. A alma não se encontra no cemitério, e pode ser lembrada e homenageada através da prece em qualquer lugar.

 

Hoje 2 de Novembro tive intensão de assistir à missa aqui perto no Cardal, como acontece em muitos outros domingos, especialmente quando preciso de fazer algo ou de sair dado que o horário é mais cedo. Ao chegar ao fundo do adro reparo ao longe que a igreja estava fechada. Uma senhora de idade sentada no degrau com uma bengala ao colo respondeu-me com voz trémula "A missa é no cemitério". Não é inédita esta situação aqui na zona. No Entroncamento, quando o dia de finados calha de semana passou a certa altura, a missa a ser no cemitério, mas ao domingo sempre houve uma missa na igreja.

Há cinquenta anos atrás na Sarzedas de S. Pedro, em dia de Todos-os-Santos, porque era dia santo, rezava-se missa na capela como em qualquer domingo. Ou depois da missa ou ao longo do dia, conforme melhor jeito, muitas pessoas deslocavam-se  ao cemitério para limpar e enfeitar as campas e jazigos dos seus antepassados.

No dia seguinte, ou seja dia de Finados ou Fieis Defuntos a missa de novo era celebrada na capela e seguia-se a romagem ao cemitério como se de um funeral se tratasse ou seja em procissão devidamente organizada.

publicado por Sir do Vasco às 19:28

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